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	<title>Cine SET</title>
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	<description>Just another Blogs D24am weblog</description>
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		<title>Crítica: Moonrise Kingdom, de Wes Anderson</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 15:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivanildo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Wes Anderson mostra, no seu estilo particular, a revolta dos jovens.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/698850_12132036_lz.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4928" title="698850_12132036_lz" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/698850_12132036_lz-150x300.jpg" alt="" width="150" height="300" /></a>No filme <em>Moonrise Kingdom,</em> o ano é 1965 e a ilhazinha de New Penzance, situada na costa da Nova Inglaterra, terá sua tranquilidade abalada por eventos provocados inadvertidamente por dois jovens. Mas na ótica do diretor e roteirista Wes Anderson, isso não significa necessariamente uma coisa ruim.</p>
<p>A trama concebida pelo diretor e pelo também cineasta Roman Coppola (filho de Francis, irmão de Sofia), se inicia com o desaparecimento do escoteiro de 12 anos Sam Shakusky (Jared Gilman). O escoteiro mestre Ward (Edward Norton) reporta o desaparecimento do garoto ao capitão de polícia Sharp (Bruce Willis), que dá inicio a uma verdadeira busca por toda a ilha. Logo se descobre outro desaparecimento, o da garota Suzy Bishop (Kara Hayward), também de 12 anos. Suzy e Sam vinham se correspondendo secretamente há tempos. O problema é que eles se amam, e fugiram para ficar juntos, contando apenas com os conhecimentos de Sam para sobreviver na natureza enquanto seguem uma velha rota de migração de nativos americanos, em busca de uma praia batizada de Moonrise Kingdom.</p>
<p>Desde os momentos iniciais, percebemos estar diante de um longa de Wes Anderson. Os vários <em>travellings,</em> os enquadramentos com os personagens perfeitamente centralizados e a elaborada direção de arte, que mostram o controlado e melancólico interior da casa dos Bishop – os pais de Suzy, um casal de advogados, são vividos por Bill Murray e Frances McDormand – são bastante específicos do diretor, e saltam aos olhos de qualquer um que já tenha visto alguns de seus filmes. Essas cenas iniciais, bem como as mudanças de humor experimentadas por Suzy, retratadas na sequência em que vemos a troca de correspondências entre os jovens, explicam a razão para a jovem sair de casa: ela se vê claramente sufocada por um ambiente opressor.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Moonrise-Kingdom-6.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4929" title="Moonrise Kingdom 6" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Moonrise-Kingdom-6-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Sam, por sua vez, também não se encontra em situação melhor. Considerado maluco pelos demais escoteiros, ele é o menos popular do acampamento, outro lugar cheio de regras, e cujo cotidiano certinho também é demonstrado via <em>travelling</em> da câmera, num longo plano-sequência. Sam ainda por cima é órfão. O momento em que Sam e Suzy se conhecem é filmado em <em>closes</em> intensos por Anderson, para deixar clara a conexão entre eles. O diretor, ao longo da história, nos faz rir de muitas situações e personagens, mas nunca do casal principal. A rebelião deles e o seu amor são levados a sério, e por isso mesmo o filme acaba sendo bastante comovente e não se torna sufocado pelo excesso de estilo do cineasta.</p>
<p>Embora, em se tratando de um trabalho de Wes Anderson, o estilo seja essencial para compor a experiência diferenciada que é assistir a um filme do diretor. Além dos já mencionados enquadramentos e direção de arte, o longa ainda trabalha com as cores, faz uso de canções antigas e possui um clima ora melancólico, ora engraçado – são características próprias dos trabalhos de Anderson. Alguns momentos também parecem típicos de desenhos animados, como a casa no alto da árvore ou a cena em que um dos personagens é atingido por um raio, deixando claro o tom ligeiramente infantil da narrativa – e o diretor tem experiência com animação, tendo comandado <em>O Fantástico Senhor Raposo</em> (2009).</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/movie_-_Moonrise-Kingdom.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4931" title="movie_-_Moonrise-Kingdom" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/movie_-_Moonrise-Kingdom-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Além disso, ele também traz de volta em <em>Moonrise Kingdom</em> dois dos seus velhos colaboradores, Bill Murray e Jason Schwartzman como o estranho velho escoteiro Primo Ben. Ainda no elenco vemos Bob Balaban como o narrador, e Tilda Swinton como uma bizarra assistente social. Mas os destaques do elenco, mesmo composto por tantos grandes atores, são mesmo Jared Gilman e Kara Hayward, simplesmente fenomenais em seus papeis.</p>
<p>E o aspecto mais curioso da história é ver que a rebelião de Suzy e Sam acaba contagiando outros. Os demais escoteiros, antes adversários, acabam se tornando amigos. O Capitão Sharp se vê pouco a pouco deixando a sua letargia e se torna mais ativo – o caso amoroso entre ele e a sra. Bishop parece ser o tipo de romance do qual os jovens protagonistas tentam escapar, mesmo sem ter consciência disso. A fuga de Sam e Suzy acaba tendo repercussões positivas nas vidas daquela comunidade.</p>
<p><em>Moonrise Kingdom</em> se inicia com Suzy e seus irmãos ouvindo sobre os diferentes instrumentos que compõem uma orquestra. É uma analogia precisa com o cinema de Wes Anderson: ele faz uso de vários elementos cinematográficos para criar uma experiência única e diferenciada. O seu ponto de vista é diferente também: se apaixonar tão seriamente nessa idade e sair à procura da praia de Moonrise Kingdom não representam sonhos em vão para Anderson. E se a vontade de buscar esses sonhos é mais forte quando se é jovem, isso não significa que, mesmo velhos, não possamos nos contagiar com ela.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/moonrise-kingdom-507beb93d11aa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4930" title="moonrise-kingdom-507beb93d11aa" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/moonrise-kingdom-507beb93d11aa-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Nota: 8,5</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>====================================================================================</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>VIDEOCAST CINE SET - DIEGO BAUER E RENILDO RODRIGUES TAMBÉM ANALISAM &#8220;MOONRISE KINGDOM&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4H6Wc-Jhejk&amp;feature=youtu.be"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/4H6Wc-Jhejk?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=youtu.be" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=4H6Wc-Jhejk">www.youtube.com/watch?v=4H6Wc-Jhejk</a></p></a></strong></p>
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		<title>Estreias da Semana nos Cinemas de Manaus &#8211; 14 de Junho</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 11:20:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cine SET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Após duas semanas em pré-estreias, filme da turma do capitão Kirk e Spock chega aos cinemas. Comédia roteirizada pelos irmãos Coen também estreia. 

Porém, continuamos a lamentar a não vinda de "Terapia de Risco", "Antes da Meia Noite" e "Segredos de Sangue" às salas de exibição da capital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4978_medio.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4921" title="4978_medio" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4978_medio-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /></a>Filme: Star Trek - Além da Escuridão</p>
<p>Direção: J.J Abrams</p>
<p>Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Zoe Saldana, Alice Eve, Karl Urban, Simon Pegg</p>
<p>Sinopse: Quando a tripulação da Enterprise é chamada de volta para casa, descobre que uma força de terror incontrolável, de dentro da própria organização, detonou a frota e tudo aquilo que ela representa, deixando nosso mundo em situação de crise. Tendo contas pessoais a ajustar, o Capitão Kirk lidera uma caçada humana em um mundo em zona de guerra para capturar um homem que é por si só uma arma de destruição em massa. Na medida em que nossos heróis são lançados em um jogo de xadrez épico de vida ou morte, o amor será contestado, amizades serão rompidas e sacrifícios terão de ser feitos pela única família que Kirk ainda possui: sua tripulação.</p>
<p>ONDE: Cinemais, Cinemark, Playarte e Severiano Ribeiro</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hqk73zflryw"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/hqk73zflryw?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hqk73zflryw">www.youtube.com/watch?v=hqk73zflryw</a></p></a></p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4848_medio.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4922" title="4848_medio" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4848_medio-204x300.jpg" alt="" width="204" height="300" /></a>Filme: Um Golpe Perfeito</p>
<p>Direção: Michael Hoffman</p>
<p>Elenco: Colin Firth, Cameron Diaz, Alan Rickman, Stanley Tucci</p>
<p>Sinopse: O curador de arte Harry Deane (Firth) bola um meticuloso plano para enganar Lionel Shabandar (Rickman), o homem mais rico da Inglaterra e um ávido colecionador de arte, o convencendo a comprar um quadro falso de Monet. Para servir de isca do seu comprador, ele recruta uma rainha de rodeios texana (Diaz) para atravessar o oceano e se passar por uma mulher cujo avô teria salvado a pintura no final da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>ONDE: Cinemais e Playarte</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1ww6I_xkUXY"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/1ww6I_xkUXY?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=1ww6I_xkUXY">www.youtube.com/watch?v=1ww6I_xkUXY</a></p></a></p>
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		<title>Lista &#8211; Quais personagens de séries merecem um filme?</title>
		<link>http://blogs.d24am.com/cineset/2013/06/13/lista-quais-personagens-de-series-merecem-um-filme/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 12:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cine SET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Em tempos de séries de TV cada vez mais cinematográficas (e filmes cada vez mais parecidos com séries de TV), não é difícil vermos personagens na telinha que mereceriam um filme só deles, seja pelo seu destaque na série, pela atuação de seu intérprete ou pelo caráter curioso de seu background. 

Pensando nisso, o Cine SET escolheu 10 personagens que provavelmente se sairiam muito bem nas telas de cinema. Só tome cuidado na leitura, pois pode topar com alguns spoilers, caso não acompanhe as séries mencionadas ou se começou a assisti-las a pouco tempo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/10pistoleiros-solitários.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-medium wp-image-4907" title="10pistoleiros solitários" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/10pistoleiros-solitários-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>10. Pistoleiros solitários (Bruce Harwood, Tom Braidwood e Tom Braidwood) – Arquivo X</strong></p>
<p>Os agentes do FBI Mulder e Scully eram os personagens principais de Arquivo X, mas todo bom fã da série também se lembra dos Pistoleiros Solitários. O trio, formado por Richard Langly, Melvin Frohike and John Fitzgerald Byers, era uma das fontes confiáveis de informações não oficiais sobre toda sorte de atividade paranormal, conspirações do governo e aparições de óvnis para os agentes, e se tornou tão popular que ganhou sua própria série. Por serem tão <em>cool</em>, e pelo fato de a série “Pistoleiros Solitários” ter durado tão pouco, mereciam um filme bem legal, talvez dirigido por J.J. Abrams, que sabe popularizar nerdices.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/9creed-bratton.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4908" title="9creed bratton" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/9creed-bratton-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>9. Creed Bratton (Creed Bratton) – The Office</strong></p>
<p>Creed Bratton mal aparecia em “The Office”, mas se tornou muito querido pelos fãs da série, tanto quando os personagens principais. A razão disso é que toda vez que o víamos, ele fazia algo nonsense e/ou hilário. Pouco se sabia sobre sua vida, apenas que Creed não era o seu nome verdadeiro, e que ele possuía um lado negro. Até o final da série, descobrimos que ele já tinha sido membro de uma banda de rock nos anos sessenta, viciado em drogas, sem-teto, cleptomaníaco, traficante de carnes ilegais, presidiário e que tinha fingido a própria morte antes de chegar na empresa Dundler Miffin, onde se passa a série. Scorsese poderia dirigir um filme sobre Creed!</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/8ron-swanson.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4909" title="8ron swanson" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/8ron-swanson-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>8. Ron Swanson (Nick Offerman) – Parks and Recreation</strong></p>
<p>Em “Parks and Recreation”, Ron é o chefe mais apático já visto na televisão. Durão e de poucas palavras, ele ironicamente despreza o seu trabalho e se considera um libertário, trabalhando sempre no sentido de aumentar a ineficiência da máquina política. Ron seria um ótimo ponto de partida para uma comédia sarcástica sobre o serviço público, e o fato de ter uma relação tempestuosa (e põe tempestuosa nisso!) com suas duas ex-mulheres, ambas chamadas Tammy, seria apenas um <em>plus</em> para criar mais situações cômicas e absurdas.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/7jacob.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4910" title="7jacob" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/7jacob-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a>7. Jacob (Mark Pellegrino) – Lost</strong></p>
<p>Jacob foi um dos maiores mistérios de “Lost” até bem perto do final da série. Seu nome inspirava medo e curiosidade, pois era ele que sabia todas as repostas para explicar o que diabos era aquela ilha. No decorrer de “Lost”, descobrimos coisas bizarras como o fato de ele não envelhecer, ter uma relação conflituosa com seu irmão e inimigo, a quem tentava convencer de que havia bondade nos seres humanos, além de continuar aparecendo para as pessoas mesmo depois de morto. Porém, ainda há muitas perguntas sem resposta sobre esse personagem tão singular. Talvez um filme a la “Cloud Atlas”, dos irmãos Wachowski, pudesse trazer as respostas.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/6karen.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4911" title="6karen" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/6karen-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>6. Karen Arnold (Olivia D’Abo) – Anos Incríveis</strong></p>
<p>Em “Anos Incríveis”, acompanhamos a vida de Kevin Arnold, garoto do subúrbio que cresce nos tumultuados anos 1960. Sua irmã mais velha, Karen, era teimosa, super hippie e estava sempre em conflito com o pai conversador. Antes de se formar na faculdade e encontrar o amor com Michael (que foi interpretado por David Schwimmer, o Ross de “Friends”), ela aprontou muito, e por isso seria uma ótima protagonista de filme sobre “uma jovem em busca de sua própria identidade” ou algo do tipo. Karen até lembra um pouco a personagem Jenny, de “Forrest Gump”, então Robert Zemeckis fica como sugestão de diretor para o seu filme.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5abed-e-troy.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4912" title="5abed e troy" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5abed-e-troy-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>5. Abed e Troy (Danny Pudi e Donald Glover) – Community</strong></p>
<p>Abed e Troy, a dupla inseparável da série “Community”, sintetizam tudo de bom na comédia norte-americana: suas piadas são recheadas de referências à cultura pop, com pitadas de cultura nerd, além de equilibrar um humor mais físico com um sarcasmo inteligente, mas sem se esquecer de momentos de puro nonsense. Na série, eles eventualmente protagonizam suas próprias aventuras sem a presença obrigatória dos outros personagens principais, e com certeza a dupla teria fôlego para um filme só deles. A chance de agradarem ao público nas telonas é grande. Jim Rash (vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Os descendentes”) já escreve e atua em Community, então ninguém melhor para dirigir o filme da dupla.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4micheletto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4913" title="4micheletto" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4micheletto-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>4. Micheletto Corella (Sean Harris) – The Borgias</strong></p>
<p>Micheletto tem cara de mal e é tão mal quanto a cara dá a entender! Ele segue sem pestanejar as ordens de seu chefe, ninguém menos que o cruel filho do papa Alexandre VI, Cesare Borgia, e não sente remorso algum em torturar e matar pessoas. Mas quem acompanha a série sabe que Micheletto tinha um coração e precisava ocultar seus sentimentos por ser homossexual numa época em que esse era um pecado que poderia lhe custar a vida. Por ter facetas tão conflitantes, ele seria um personagem perfeito para Gaspar Noé (“Irreversível”, “Enter the void”) dirigir seu primeiro filme de época!</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/3Lucille-e-George-Bluth.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4914" title="3Lucille e George-Bluth" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/3Lucille-e-George-Bluth-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>3. George e Lucille Bluth (Jeffrey Tambor/Seth Rogen e Jessica Walter/Kristen Wiig) – Arrested Development</strong></p>
<p>Quem já assistiu a nova temporada de “Arrested Development” pelo Netflix pôde conferir os flashbacks do casal Bluth quando jovens e ver que não é de hoje que George e Lucille Bluth são trambiqueiros. O início das pilantragens do casal com a criação da empresa da família Bluth daria um ótimo filme de comédia, além de ser praticamente um manual de como NÃO educar crianças, já que seus filhos Gob, Michael, Lindsay e Buster são todos adultos sequelados na série. Como Ron Howard participou da última temporada de “Arrested Development”, não seria nada mal aproveitar seu faro para comédia e chamá-lo para dirigir o filme.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/2bill-adama.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4915" title="2bill adama" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/2bill-adama-300x180.jpg" alt="" width="300" height="180" /></a>2. Comandante Bill Adama (Edward James Olmos) – Battlestar Galactica</strong></p>
<p>Em Battlestar Galactica, o Comandante Bill Adama liderava uma espaçonave com os últimos sobreviventes da raça humana através do espaço. Ele enfrentava perigos diversos como a falta de suprimentos e os temidos inimigos Cylons, o que por si só já trazia complexidade à trama de ficção científica. Porém, sua juventude como um bravo e habilidoso piloto durante a primeira Guerra Colonial contra os cylons, adicionado ao amor incondicional pela esposa Caroline, tem um forte apelo hollywoodiano. Steven Spielberg dirigiria fácil esse filme, e seria muito melhor que a série spinoff “Caprica”.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/PicMonkey-Collage.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4916" title="PicMonkey Collage" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/PicMonkey-Collage-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>1. Família Lannister – Game of Thrones</strong></p>
<p>“Game of Thrones” é a série mais popular na atualidade, e grande parte dessa popularidade está no fato de que amamos odiar cada vitória dos membros da família Lannister. Um filme sobre a juventude dos irmãos Tyrion, Jaime e Cersei e seu aprendizado sobre os jogos de poder daria um bom drama de intrigas. Em “ligações perigosas”, Stephen Frears soube trabalhar um tema semelhante com maestria, sem esquecer também de destacar toda a sexualidade presente na trama. Adicionando uma boa dose de violência, seria uma atmosfera bem interessante para o filme dos Lannisters. Só não vale se apegar muito aos personagens, porque sabe-se lá quando algum deles vai morrer!</p>
<p>E você, que personagens de séries gostaria de ver no cinema?</p>
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		<title>Crítica: Odeio o Dia dos Namorados, com Heloísa Périssé</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 14:47:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renildo Júnior</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Heloísa Périssé]]></category>
		<category><![CDATA[Odeio o Dia dos Namorados]]></category>
		<category><![CDATA[Renildo Rodrigues]]></category>

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		<description><![CDATA[Era pra ser “Um Conto de Natal”, mas tá mais pra “Click” mesmo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/2013/01/09/critica-%E2%80%93-%E2%80%9Cde-pernas-pro-ar-2%E2%80%9D-com-ingrid-guimaraes/">Há não muito tempo</a>, uma trama sobre uma mulher que colocava o trabalho acima da vida pessoal gerou um grande sucesso da comédia nacional, que faturou milhões e inspirou a realização de sequências (uma, até agora, com a outra já a caminho). Pois a antiga <em>partner</em> da estrela daquele filme faz agora uma produção similar, em mais de um sentido. E, embora a parada seja dura, pior.</p>
<p><em><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/cartaz-oficial-da-comedia-odeio-o-dia-dos-namorados-poster-nacional-1365451310371_300x4201.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4899" title="cartaz-oficial-da-comedia-odeio-o-dia-dos-namorados-poster-nacional-1365451310371_300x420" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/cartaz-oficial-da-comedia-odeio-o-dia-dos-namorados-poster-nacional-1365451310371_300x4201-214x300.jpg" alt="" width="214" height="300" /></a>Odeio o Dia dos Namorados</em> é a versão de Heloísa Périssé para <em>De Pernas pro Ar</em>, dessa vez tomando como mote a clássica história de Charles Dickens, <em>Um Conto de Natal</em>. Relembrando: na véspera de Natal, um homem cruel e avarento chamado Scrooge recebia a visita do fantasma do seu antigo sócio, Marley, que mostrava como seria terrível o destino do seu espírito após a morte, caso não tentasse mudar o curso de sua vida. Aqui, como estamos em 2013 e o filme é uma comédia, Débora (Périssé) é uma publicitária <em>workaholic</em> e amarga (vocês já repararam quantas comédias nos últimos anos são estreladas por publicitários?) que sofre um acidente de carro e, nos segundos que sobram para se estatelar no chão, recebe a visita de seu antigo parceiro de firma, o homossexual Gilberto, já falecido, com os mesmos fins.</p>
<p>Bom, a ideia era revisitar <em>Um Conto de Natal</em>, mas o produto final, tanto em termos de graça quanto de satisfação artística, é mais próximo de <em>Click</em>, a péssima comédia lançada por Adam Sandler em 2006, que tinha um enredo similar. Em ambos os casos, as considerações sobre boas atitudes e vida após a morte dão pretexto a todo tipo de piada rasa, com o agravante, no caso particular de Sandler, de piadas sobre obesidade, e, no de Périssé, sobre homossexualidade: para cada diálogo entre Débora e Gilberto, tome uma piadinha ou trocadilho infame envolvendo “bicha” ou “viado”. E isso é só o começo: a trama inclui ainda a jovem Débora com um nariz postiço, um ursinho de pelúcia branco, um futuro com uma máquina que “reconfigura” o corpo e uma constrangedora surra no banheiro, tudo em cenas intermináveis, que exploram as <em>gags</em> muito além da sua (pouca ou nenhuma) graça.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/odeio_o_dia_dos_namorados_dupla.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4900" title="odeio_o_dia_dos_namorados_dupla" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/odeio_o_dia_dos_namorados_dupla-300x154.jpg" alt="" width="300" height="154" /></a>E isso sem contar o final “musical”, que supera em ruindade e constrangimento o que você já pensava ter sido o bastante. Périssé não ajuda, com sua voz estridente e sua performance histriônica. Não que a atriz não tenha talento, ou graça: ela, que já mostrou vários bons momentos no esquete <em>Tati</em>, do Fantástico, ou no seriado <em>Sob Nova Direção</em>, apenas abraça a personagem com todo o seu tosco exagero. Seus parceiros de crime são os igualmente corretos (e, portanto, ruins) Daniel Boaventura, Danielle Winits e André Mattos. Só quem se salva é o espevitado, e com ótimo <em>timing</em> cômico, Marcelo Saback, como Gilberto. Fernando Caruso e Júlia Rabello também fazem divertidas aparições (tirando a cena do banheiro, claro).</p>
<p>A comparação com <em>De Pernas pro Ar</em> não é gratuita. Além da história parecida, o filme tem a direção de Roberto Santucci, o que explica bastante coisa, principalmente as tentativas de forçar o humor para além do válido. Mas o original de Ingrid Guimarães tinha uma <em>frontwoman</em> mais sutil, além de dar uma boa (e razoavelmente madura) recuperada da segunda metade em diante. A boa impressão caiu por terra no segundo filme, apesar de uma sequência memorável com Tatá Werneck e Luís Miranda. A impressão negativa, infelizmente, segue ainda pior neste. A crescente acolhida de filmes brasileiros pelo público trai o constante desleixo com que a comédia brasileira ainda é tratada, com seus roteiros que não são mais do que acumulações grosseiras de <em>gags</em> e seus personagens ruins. Assim como <a href="http://blogs.d24am.com/cineset/2013/05/23/critica-giovanni-improtta-de-jose-wilker/"><em>Giovanni Improtta</em></a>, este é mais um belo candidato à lista de “Intragáveis” da nossa <a href="http://blogs.d24am.com/cineset/2013/01/17/ranking-comedias-da-globo-filmes/">lista</a> de comédias da Globo Filmes.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/heloisa-perisse-e-daniel-boaventura-em-cena-do-filme-odeio-o-dia-dos-namorados-1368651704605_956x500.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4901" title="heloisa-perisse-e-daniel-boaventura-em-cena-do-filme-odeio-o-dia-dos-namorados-1368651704605_956x500" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/heloisa-perisse-e-daniel-boaventura-em-cena-do-filme-odeio-o-dia-dos-namorados-1368651704605_956x500-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Nota: <strong>5,0 <em>(a nota parece relativamente alta, mas na verdade é a mínima, segundo meus critérios de pontuação)</em></strong></p>
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		<title>Crítica: O Grande Gatsby, com Leonardo DiCaprio</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 12:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ivanildo Pereira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diretor de "Moulin Rouge" erra a mão e adota tom frio na adaptação para os cinemas de romance de F. Scott Fitzgerald.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/grandegatsby8.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4887" title="grandegatsby8" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/grandegatsby8-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Em <em>O Grande Gatsby,</em> o publico é levado à época dos “loucos anos 20”, aquele período de efervescência econômica, social e artística da história americana. Era a época da explosão do <em>jazz</em> e da lei seca (que gerou o contrabando de bebida e a violência dos gangsteres), e tudo chegaria ao fim com a quebra da bolsa de valores de Nova York em 1929. O filme do diretor Baz Luhrmann capta, com a sua criatividade e extravagância habitual, a energia desse momento – mas se esquece de emocionar o espectador no processo.</p>
<p>A história é contada em <em>flashback.</em> Nick Carraway (vivido por Tobey Maguire) é o narrador, aspirante a escritor e corretor de ações. Num sanatório ele relembra, ao conversar com seu médico e escrever sua história, como chegou a se mudar para uma casinha em Long Island, uma propriedade vizinha à mansão do milionário Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio). A mansão era visitada por convidados ilustres e palco das mais incríveis festas de Nova York. Gatsby e Carraway iniciam uma amizade, motivada pelo interesse do milionário: a prima de Carraway, Daisy (Carey Mulligan), foi o grande amor da vida de Gatsby e agora, cinco anos depois da separação do casal, ele planeja reconquistá-la. O problema é que a moça agora está casada com o bruto Tom Buchanan (Joel Edgerton), e este não pretende abandonar a esposa facilmente. A situação se complica quando Buchanan descobre fatos a respeito da origem da fortuna de Gatsby.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/O-Grande-Gatsby-26abr2013-09.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4888" title="O-Grande-Gatsby-26abr2013-09" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/O-Grande-Gatsby-26abr2013-09-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Baseado num clássico da literatura americana, escrito por F. Scott Fitzgerald, <em>O Grande Gatsby</em> é acima de tudo um espetáculo com a marca registrada de Baz Luhrmann. O filme até segue, aproximadamente, a mesma estrutura do maior sucesso do diretor, <em>Moulin Rouge: Amor em Vermelho</em> (2001): narrativa em <em>flashback,</em> um escritor como narrador, um amor impossível no centro da história&#8230; O diretor também segue à risca o estilo da obra anterior. Os numerosos <em>zooms,</em> feitos com auxílio de computação gráfica, transportam o espectador para dentro de mansão de Gatsby da mesma forma que os movimentos de câmera semelhantes faziam em <em>Moulin Rouge.</em> E a grande festa, cuja trilha sonora é repleta de <em>hip-hop</em> e <em>covers</em> de canções famosas, é um anacronismo musical típico do cineasta, que se esforça em dotar seus projetos de uma aura pop e divertida.</p>
<p>Baz Luhrmann é um diretor incapaz de fazer um filme pequeno, aparentemente. Por isso, suas narrativas sempre tendem para a grandiosidade – e desta para o exagero, basta um passo. Afinal, de que outra forma explicar as gigantescas cortinas presentes na cena de apresentação da personagem Daisy? Elas estão ali pelo estilo do cineasta, porque criariam um “visual incrível” para introduzir a personagem – e a lógica e a funcionalidade do ambiente podem se lixar. A metáfora da placa do oculista, outro elemento visual interessante representando os olhos que estariam observando os personagens, é repetida à exaustão – sutileza não é a praia do diretor. O melhor lance de direção criado por Luhrmann é a tomada mostrando um personagem morto visto pelo interior de uma piscina, uma referência ao clássico <em>Crepúsculo dos Deuses</em> (1951): é um mau sinal quando um dos mais belos momentos de um filme é uma referência explicita a outro. E porque o roteiro do filme obedece ao estilo, e não o contrário, os atores ocasionalmente se entregam a um histrionismo em suas performances. Ver DiCaprio se comportando de forma tola no seu encontro com Daisy é um momento embaraçoso para o ator, que se mostra caricato, e este é um exemplo até contido em comparação com a composição exagerada da atriz Isla Fisher. A melhor atuação do filme é a de Joel Edgerton, intenso e ameaçador como Buchanan.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/o-grande-gatsby-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4890" title="o-grande-gatsby-2" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/o-grande-gatsby-2-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>O mesmo podia ser dito de <em>Moulin Rouge,</em> no entanto aquele filme funcionava porque conseguia emocionar o espectador. <em>O Grande Gatsby</em> não consegue. O tom frio da narrativa só é quebrado em alguns momentos, e o longa é muito superficial na caracterização dos seus personagens e dilemas. Afinal, nada explica o real interesse de Gatsby por Daisy, nem a busca por ascensão social por si só o justifica. A história até pode ser interpretada como um conto de amor entre dois homens – e a amizade entre Carraway e Gastby, surpreendentemente, funciona melhor que o romance aborrecido entre o ricaço e Daisy, o suposto centro da narrativa – mas o espectador não percebe, em momento algum, uma transformação no personagem de Tobey Maguire após testemunhar os eventos na vida do seu amigo. Sem essa transformação, o filme acaba não sendo mais do que um bonito, mas vazio, exercício de estilo. O público termina vendo um triângulo amoroso frio, sob a ótica de um narrador claramente apaixonado por um dos vértices do triângulo, e quando o filme pede ao espectador para se importar com o casal principal, isso se torna muito difícil.</p>
<p>No fim das contas, todas as atitudes de Gatsby na história são para impressionar Daisy. Assim, o personagem acaba sendo uma espécie de alter-ego do diretor Baz Luhrmann: toda a riqueza e beleza do universo apresentado na tela, com o objetivo de impressionar o público, terminam por esconder um vazio interior. É um filme de muito estilo e pouca substância: nesse sentido, se parece até demais com seu personagem-título.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/O-Grande-Gatsby-poster-nacional-03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4889" title="O-Grande-Gatsby-poster-nacional-03" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/O-Grande-Gatsby-poster-nacional-03.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Nota: 4,5</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>========================================================================================</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong>Videocast Cine SET - O Grande Gatsby - COM SPOILER - DIEGO BAUER E RENILDO RODRIGUES</strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=p4ei5HIAb2k&amp;feature=youtu.be"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/p4ei5HIAb2k?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1&amp;feature=youtu.be" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=p4ei5HIAb2k">www.youtube.com/watch?v=p4ei5HIAb2k</a></p></a></strong></p>
<p style="text-align: center"><strong><br />
</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Crítica: Depois da Terra, com Will Smith</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 12:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Bauer</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Shyamalan volta a acertar a mão, e entrega um filme divertido e com substância, numa aventura pipoca de ótima qualidade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/05/Shyamalan.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1037" title="Shyamalan" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/05/Shyamalan-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>M. Night Shyamalan é um caso muito interessante de se analisar.</p>
<p>Surgindo de maneira barulhenta com o excelente <em>O Sexto Sentido</em> (1999), o diretor, logo em seu primeiro filme, fez muito sucesso, ganhou reconhecimento e respeito do público e da crítica, foi indicado a Oscar de melhor direção e roteiro, e tornou-se um nome envolto em expectativas sobre que projetos assumiria no futuro, e se estes conseguiriam repetir o mesmo nível do filme que contava com Bruce Willis e Haley Joel Osment.</p>
<p>Com filmes como <em>Corpo Fechado</em> (2001), <em>Sinais</em> (2002), e <em>A Vila</em> (2004), Shyamalan conseguiu se manter forte no mercado, embora depois de tais filmes o seu nome já não fosse mais nenhuma unanimidade, visto que, mesmo tendo uma grande quantidade de fãs destes projetos, um bom número de críticos, e uma considerável parte do público, começava a questionar o estilo do diretor, que parecia sempre fazer questão de se auto-referenciar, exibindo uma desagradável presunção.</p>
<p>Mas se a desconfiança começou a bater à porta do indiano, nada se comparou com os seus seguintes projetos, os fraquíssimos <em>A Dama na Água</em> (2006), <em>Fim dos Tempos</em> (2008) e <em>O Último Mestre do Ar</em> (2010). Com esses filmes, o respeitado diretor virou motivo de piadas, chegando a ser ridicularizado por alguns profissionais da área, que afirmavam que a prepotência do mesmo foi a responsável pelo seu retumbante fracasso.</p>
<p>Porém, assim como tudo na vida, no cinema as coisas são relativas, e mesmo depois de tantos fracassos, Shyamalan ainda mantinha um considerável número de fãs, que ou achavam que ele apenas passava por uma fase “menos inspirada” e que, como é talentoso, iria voltar a fazer bons trabalhos em algum momento; ou ainda há aqueles que defendem inclusive os tais mal falados projetos, alegando que são filmes subestimados, incompreendidos, e que, assim como o diretor, estão a frente de seu tempo.</p>
<p>Embora considere Shyamalan um diretor bastante talentoso, creio que ele andou escorregando feio nos últimos anos (principalmente com <em>Fim dos Tempos</em>). Mas como o seu nome ainda nos remete a filmes de qualidade, sempre valia a pena ficar de olho no que o diretor se envolvia, pois poderia ser que ele voltasse a acertar a mão.</p>
<p>E é com felicidade que constato que depois de um longo inverno, Shyamalan está de volta com um trabalho bastante interessante.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/20391653.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4878" title="20391653.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/20391653.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a>Em um futuro distante, a raça humana teve que abandonar a Terra, devido ao fato dela ter se tornado impossível de sobreviver, e com isso todos foram para Nova Prime. Neste lugar o general Cypher (Will Smith) faz parte de um grupo de guerreiros destemidos, os únicos capazes de enfrentar as terríveis ursas, que atacam as pessoas ao detectarem o medo de suas vítimas. Kitai (Jaden Smith), filho de Cypher, tem o sonho de se tornar um guerreiro, mas sempre fraqueja e se mostra inseguro e temeroso, o que o afasta do seu rígido pai. Depois de uma viagem, a aeronave em que eles estavam é abatida, e pousa na Terra. Kitai e Cypher são os únicos sobreviventes do acidente, mas o general encontra-se em estado grave, e para conseguirem se salvar, o jovem terá que ir até onde a cauda da nave caiu, para poder fazer contato com as pessoas do seu planeta, mas para isso terá que enfrentar todos os perigos de uma Terra bastante ameaçadora e cheia de armadilhas.</p>
<p>O cinema de Shyamalan tem os dois pés fincados no suspense, no qual o diretor consegue imprimir uma assinatura marcante, que facilmente o diferencia dos demais. Mas em <em>Depois</em>, esse estilo é colocado um pouco de lado, dando espaço para uma legítimo filme de aventura. É como se o diretor dissesse que quer se reinventar, que quer voltar a trilhar uma estrada com consistência, e pra isso preferiu enveredar por um outro caminho, pra quem sabe com isso começar tudo de novo, um novo debute, o seu novo primeiro filme, um novo <em>O Sexto Sentido</em>.</p>
<p>Como se poderia esperar é inevitável que, por estar caminhando nessa direção pela primeira vez, certas escolhas pareçam semelhantes com demais vistas em outros filmes. O visual futurista lembra o de <em>A Viagem</em> (2013); o acidente da nave lembra momentos de dois filmes de Robert Zemeckis, <em>Náufrago</em> (2001) e <em>O Voo</em> (2013); o visual da Terra é uma espécie de Pandora [<em>Avatar </em>(2009)] menos fluorescente; o pós-acidente automaticamente nos remete a <em>Lost; </em>e os efeitos visuais dos animais lembram o brilhante trabalho feito por <em>As Aventuras de Pi</em> (2012).</p>
<p>Mas apesar do que possa parecer, não se trata de um filme genérico, e nem uma imitação de todos os filmes citados. Todas essas semelhanças devem ser encaradas como pontos positivos do longa, pois elas foram utilizadas com uma cara própria, caminhando com as suas próprias pernas, e não caíram no erro de se encherem de pudores ao utilizar tais elementos com medo de que tais comparações surgissem, questionando o filme de maneira pejorativa.</p>
<p>Aliás, filmes de aventura, de modo geral, não são muito inventivos, visto que o que geralmente muda de um projeto para outro são os efeitos visuais, cenários, e situações, porque trama, montagem, trilha sonora, interpretações e roteiro muitas vezes seguem o mesmo padrão pré-estabelecido, o que não significa que são filmes chatos e desinteressantes.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Jaden-e-Will-Smith-em-cena-de-Depois-da-Terra-do-diretor-de-O-Sexto-Sentido-size-598.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4879" title="Jaden-e-Will-Smith-em-cena-de-Depois-da-Terra-do-diretor-de-O-Sexto-Sentido--size-598" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Jaden-e-Will-Smith-em-cena-de-Depois-da-Terra-do-diretor-de-O-Sexto-Sentido-size-598-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>E <em>Depois</em> é um belo exemplo disso. É um trabalho ágil, divertido, com uma trama que respeita a inteligência do público, e insere um assunto principal que é desenvolvido de maneira satisfatória.</p>
<p>Muito do sucesso do filme se deve, evidentemente, a direção, que não chama a atenção para si, contribuindo muito para o desenvolvimento da trama, sendo a principal responsável pelo filme de duas horas passar rapidamente, sempre mantendo-se interessante.</p>
<p>Um belo exemplo disso é a sequência em que Kitai é perseguido por um bando de macacos furiosos, ou quando está fugindo de uma ave enorme, e depois de felinos gigantescos, o que também realça o brilhante trabalho de efeitos visuais do filme, que troca as ferramentas espalhafatosas que geralmente vemos em filmes do gênero, e utiliza os efeitos de maneira orgânica e absolutamente necessária, impressionando pela riqueza de detalhes.</p>
<p>Mas é claro que uma parcela bem grande do sucesso do trabalho se deve ao trabalho de Jaden Smith. O ator que surgiu de maneira carismática em <em>A Procura da Felicidade</em> (2006), aqui adquire um louvável grau de maturidade, com uma atuação bastante centrada, sem exageros, conseguindo trazer legitimidade a um personagem que tinha muitos elementos pra ser bem menos interessante do que é mostrado na tela.</p>
<p>O que destoa de maneira gritante com a falta de sutilezas de Will Smith. Um ator muito mais focado na sua imagem de celebridade do que propriamente alguém que trabalha com arte e tem respeito a ela, Smith passa o filme inteiro fazendo bico pra ressaltar uma exagerada cara de mau. Incumbido de interpretar um personagem muito rígido, o ator acomoda-se de maneira nítida e vergonhosa ao optar pela caricatura do general implacável, e atrapalha o desenrolar da sua relação com Kitai, pois enquanto o seu filho investe numa atuação sutil e afastada de afetações, ele fica fazendo caras e bocas, parece que fazendo força pra atuar.</p>
<p>Outro fator negativo são as desnecessárias inserções de flashbacks sobre a morte de Senshi (Zoë Kravitz), que da maneira como são colocadas apenas atravancam o filme, e inserem um tom didático desnecessário.</p>
<p>Mas mesmo com isso, não há como não se deixar levar pela trama, pelos efeitos visuais, e pela forma como o jovem rapaz faz descobertas importantes sobre a vida e si mesmo, tornando até o sentimental desfecho do filme soar bonito e esperançoso, prometendo um futuro menos cheio de incertezas para um diretor talentoso, mas problemático.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Filme-Depois-da-Terra-nerdrock.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4880" title="Filme-Depois-da-Terra-nerdrock" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/Filme-Depois-da-Terra-nerdrock-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a>NOTA: 8,0</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>TOP 10 &#8211; Principais Ausências nos Cinemas de Manaus no Primeiro Semestre de 2013</title>
		<link>http://blogs.d24am.com/cineset/2013/06/09/top-10-principais-ausencias-dos-cinemas-de-manaus-no-primeiro-semestre-de-2013/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Jun 2013 18:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cine SET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Manaus continua longe das prioridades das distribuidoras e empresas de cinema do Brasil.

Todo ano, o Cine Set sempre faz questão de lembrar os filmes que não chegaram às salas de exibição da cidade.

Até agora, 2013 reserva uma grande quantidade de obras importantes que deixaram de estrear na cidade.

E não importa que longas contem com a presença de nomes como Jessica Chastain, Joaquin Phoenix, Philip Seymour Hoffman, Matthew McConaughey, Jude Law, Keira Knightley e Selton Melo para deixar de serem lançados na capital do Amazonas.

Mesmo com a possibilidades do download, o empobrecimento cultural é da cidade que fica privada de ver grandes obras para contemplar a próxima bobagem despejada por grandes estúdios nacionais e internacionais.

Listamos abaixo os dez filmes mais importantes do ano que a cidade deixou de exibir nos cinemas locais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/assessoes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4868" title="assessoes" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/assessoes-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>10 &#8211; As Sessões</strong></p>
<p>Com duas grandes atuações (Helen Hunt e John Hawkes), o longa é um daqueles filmes pequenos com uma boa história. Sem pudores, “As Sessões” traz reflexões quanto a sexualidade de maneira simples, mas honesta. Filme para gente sensível e madura.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/02/Anna-Karenina-Keira-Knightley-Film.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4050" title="Anna Karenina Keira Knightley Film" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/02/Anna-Karenina-Keira-Knightley-Film-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a>9 &#8211; Anna Karenina</strong></p>
<p>Inspirado no clássico livro de Leo Tolstoy, o filme vale, principalmente, pelos cuidados técnicos de figurino, direção de arte e design de produção. Mesmo com atores de peso no elenco (Jude Law, Aaron Johnson, Emily Watson e Keira Knightley), o longa dirigido por Joe Wright não encontrou vez nas salas de Manaus.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/elena-abre.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4867" title="elena-abre" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/elena-abre-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>8 &#8211; Elena</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=04VkZNIy298" target="_blank">O trailer se tornou sucesso na internet com mais de 422 mil exibições.</a> O filme arrancou elogios dos principais meios de comunicação do país. Porém, se trata de um documentário brasileiro sobre as recordações de uma mulher sobre a irmã dela que se suicidou. Você acha que teria alguma chance de chegar a Manaus?</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4833" title="tdr3" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr3-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a>7 &#8211; Terapia de Risco</strong></p>
<p>Diretor de filmes importantes como e &#8220;Sexo, Mentiras e Videotape&#8221; e &#8220;Traffic&#8221;, Steven Soderbergh anunciou estar próximo do fim da carreira. Uma de suas últimas obras, segundo ele, seria &#8220;Terapia de Risco&#8221;, drama com denúncias à indústria farmacêutica estrelado por Jude Law, Catherine Zeta-Jones, Channing Tatum e Rooney Mara. Infelizmente, os cinéfilos foram privados, mais uma vez, de assistir uma grande obra.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/15579_indomavel-sonhadora.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4872" title="15579_indomavel-sonhadora" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/15579_indomavel-sonhadora-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>6 &#8211; Indomável Sonhadora</strong></p>
<p>Nem mesmo a bela atuação da jovem Quvenzhané Wallis ou as quatro indicações ao Oscar deste ano (incluindo Melhor Filme e Diretor) sensibilizaram distribuidoras e as empresas de cinema de Manaus para a vinda deste ótimo filme.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/a-caça.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4866" title="a-caça" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/a-caça-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>5 &#8211; A Caça</strong></p>
<p>De longe, um dos filmes mais impactantes do ano,  &#8221;A Caça&#8221; mostra o perigo e as consequências de uma denúncia divulgada sem a devida investigação. O longa dirigido por Thomas Vintenberg (o mesmo do movimento Dogma 95) é daquelas obras para serem colocadas fora do contexto do que se passa na tela e transportadas para o mundo real, nos fazendo rever conceitos sobre a vida em sociedade e a prudência em pré-julgar qualquer assunto. Essencial.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/04/killer-joe1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4532" title="killer-joe1" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/04/killer-joe1-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>4 &#8211; Killer Joe &#8211; Matador de Aluguel</strong></p>
<p style="text-align: left">Muito cinéfilo trocou o cinema pelo conforto da casa ao assistir filmes. Quando a obra vista é mediana e não possui grandes atuações ou cenas, não se perde quase nada. Porém, ao ver Matthew McConaughey e a cena da coxa de galinha não dá para não deixar de lamentar que os cinemas de Manaus não exibiram um dos momentos mais assustadores dos últimos anos. Se o impacto dessa cena já é forte em uma tela pequena, imagina na tela enorme, onde os olhos somente podem mirar as imagens que passam ali e o som é bem maior. Porém, continuamos com os remakes de &#8220;Massacres das Serras Elétricas&#8221; e &#8220;As Mortes dos Demônios&#8221;, além, é claro, &#8220;Os Últimos Exorcismos&#8221; e &#8220;Atividades Paranormais&#8221;.</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-weight: bold"><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/11/Cena-do-filme-Colegas-de-Marcelo-Galvao-que-e-protagonizado-por-portadores-de-Sindrome-de-Down-size-598.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2524" title="Cena-do-filme-Colegas-de-Marcelo-Galvao-que-e-protagonizado-por-portadores-de-Sindrome-de-Down-size-598" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/11/Cena-do-filme-Colegas-de-Marcelo-Galvao-que-e-protagonizado-por-portadores-de-Sindrome-de-Down-size-598-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>3 &#8211; Colegas</span></p>
<p style="text-align: left">Exibido na abertura do Amazonas Film Festival 2012. o filme nacional não conseguiu ter a mesma sorte nas salas de exibição comercial de Manaus. E não adiantou a polêmica campanha para trazer Sean Penn ao Brasil para conhecer o protagonista do filme, Ariel Goldenberg.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/12/the-master.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3263" title="the master" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/12/the-master-300x165.jpg" alt="" width="300" height="165" /></a>2 &#8211; O Mestre</strong></p>
<p style="text-align: left">É óbvio afirmar que Paul Thomas Anderson é um dos principais cineastas da atualidade. Porém, saber se os filmes dele vão chegar a Manaus é trabalho para cartomantes. &#8220;Magnólia&#8221; e &#8220;Sangue Negro&#8221; chegaram com um baita atraso, enquanto &#8220;Boogie Nights&#8221;, &#8220;Embriagado de Amor&#8221; e este &#8220;O Mestre&#8221; passaram longe daqui. Uma pena, pois, perdemos a chance de ver nos cinemas o duelo de atuações de Joaquin Phoenix e Philip Seymour Hoffman.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/03/a-hora-mais-escura-jessica-chastain-size-598.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4225" title="a-hora-mais-escura-jessica-chastain-size-598" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/03/a-hora-mais-escura-jessica-chastain-size-598-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>1 &#8211; A Hora Mais Escura</strong></p>
<p style="text-align: left">A obra conduzida por Kathryn Bigelow não é apenas o filme sobre a caçada a Osama Bin Laden. Trate-se de um filme polêmico que se tornou alvo de uma investigação no Congresso norte-americano sobre o possível vazamento de dados sigilosos da operação. Além disso, levantou uma discussão sobre a tortura como método de investigação, isso pelo competente e realista trabalho trazido pela cineasta. Ou seja, um filme que foi além do campo cultural e mexeu com cenário político dos EUA. Ficamos privados de ter &#8220;A Hora Mais Escura&#8221; dos nossos cinemas para ficar com o panfletário &#8220;O Homem Mais Procurado do Mundo&#8221;. Assim, é Manaus e seus cinemas.</p>
<p><strong>Veja outros filmes que não chegaram aos cinemas de Manaus neste ano:</strong></p>
<p><strong>BRASILEIROS</strong></p>
<p>Meu Pé de Laranja Lima</p>
<p>País do Desejo</p>
<p>Uma História de Amor e Fúria</p>
<p><strong>EUROPEUS</strong></p>
<p>O Amante da Rainha</p>
<p>César Deve Morrer</p>
<p>A Parte dos Anjos</p>
<p><strong>HOLLYWOOD</strong></p>
<p>Para Maiores</p>
<p>Hitchcock</p>
<p>Amigos Inseparáveis</p>
<p>Dois Dias em Nova York</p>
<p>Amor Profundo</p>
<p>Sem Proteção</p>
<p>Veja também: <span style="font-size: 2em"><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/2012/12/20/lista-filmes-nao-exibidos-nos-cinemas-de-manaus-em-2012/" target="_blank">Filmes Não Exibidos nos Cinemas de Manaus em 2012</a></span></p>
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		<title>Cineastas do Amazonas discutem edital da Manauscult</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Jun 2013 13:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cine SET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontros entre os principais nomes do cinema no Amazonas revelam a principal necessidade da região no setor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/hbkj.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4856" title="hbkj" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/hbkj-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>R$ 300 mil em jogo.</p>
<p>Essa é a quantia oferecida pelo edital da Fundação Municipal de Cultura e Artes (Manauscult) para o setor de audiovisual debatida durante dois encontros entre profissionais do setor de Manaus. Os debates realizados nos dias 28 de maio e 4 de junho reuniram nomes como Sérgio Andrade (“A Floresta de Jonathas”), Isis Negreiros (“<strong>Terra dos Meninos Pelados</strong>”), Keila Serruya (“Sardinhas em Lata”), Dheik Praia (“Rota da Ilusão”) e tinham como objetivo reunir as propostas de pessoas do setor para que o órgão da Prefeitura da cidade consiga montar um edital mais próximo das necessidades da categoria.</p>
<p>A primeira base das propostas apresentadas, defendidas por Serruya e Alan Gomes apontava para a seguinte divisão do orçamento:</p>
<p>- 5 projetos receberiam R$ 20 mil</p>
<p>- 3 projetos receberiam R$ 30 mil</p>
<p>- 3 projetos receberiam R$ 10 mil</p>
<p>- 2 projetos receberiam R$ 40 mil</p>
<p>O modelo dos editais da Fundação Nacional de Artes (Funarte), com a divisão sendo feita por módulos em vez de determinar que tipo de projeto &#8211; formação, produção, distribuição, pesquisa, exibição e preservação &#8211; receberia a ajuda do dinheiro público, foi a sugestão acatada na reunião do dia 28 de maio. Além disso, a necessidade de uma comissão julgadora com, pelo menos, uma parte dos membros vinda de fora do Amazonas e o feedback para os realizadores de propostas não aprovadas também foram colocados em discussão.</p>
<p>Com a presença de apenas quatro pessoas do primeiro encontro e outras 14 diferentes, a reunião do dia 4 de junho apresentou novos rumos e propostas para o edital. Entre as mudanças estava a ideia de premiar projetos com valores que variavam de R$ 10 mil a R$ 100 mil até que a cota máxima fosse atingida. A maior parte dos integrantes da discussão defendeu que R$ 200 mil deveriam ser destinados ao setor de produção, o que gerou um intenso debate.</p>
<p>A ideia, porém, não chegou a ser definida totalmente e ficou aberta, assim como a quantidade de membros de outros estados que deveriam fazer parte da comissão e quais os critérios serão levados em conta para julgar os projetos. Um encontro definitivo deve ser realizado na próxima semana para acertar as sugestões da categoria.</p>
<p><strong>Visões opostas marcam reunião</strong></p>
<p>Para o cineasta Sérgio Andrade, o debate é fundamental para o crescimento do setor em Manaus. &#8220;Gostei do nível elevado da discussão. Precisamos baixar a guarda algumas vezes e escutar o que o outro sugere. Isso é bom. Considero que o valor de R$ 300 mil ainda é insuficiente, porém, precisamos mostrar aos órgãos públicos que podemos dar retorno desse investimento e tentar transformar Manaus em um pólo cinematográfico, como aconteceu em outras cidades do Brasil&#8221;, disse. O cineasta de filmes como &#8220;Cachoeira e &#8220;A Floresta de Jonathas&#8221; afirmou ainda que o Amazonas precisa se concentrar nos trabalhos de formação e pesquisa, além da intensificação da produção, apostando no profissionalismo do setor.</p>
<p>Já uma das mais experientes produtores audiovisuais do estado, Isis Negreiros, a realização do edital é um ponto fundamental para o setor em Manaus. Segundo ela, o projeto traz novas ideias e pode gerar bons frutos. &#8220;É um bom começo. Precisamos ter um diálogo mais aberto e, independente da área, atuarmos juntos para construir uma nova mentalidade&#8221;, declarou, afirmando, assim como Sérgio, a necessidade da profissionalização do cinema local.</p>
<p>O resultado do segundo dia de reuniões não agradou a todos. &#8220;Infelizmente, somente se fala em produção nessas discussões. Temos outros cinco campos completamente esquecidos. Além disso, as reuniões, muitas vezes, costumam se alongar sem chegar a algum ponto. Falta mais diálogo na categoria para evitar esta demanda reprimida de assuntos&#8221;, afirmou o produtor cultural, Allan Gomes. Ele ainda sugeriu a criação de um espaço para a discussão da área, citando como o exemplo do Fórum da Música no Amazonas.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/uiy.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4857" title="uiy" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/uiy-300x150.jpg" alt="" width="300" height="150" /></a>Opinião Cine SET</strong></p>
<p><em>Mesmo após quase cinco horas de reuniões, os resultados ainda deixaram muitos espaços para serem discutidos. Evidente que o debate para a construção de um edital com R$ 300 mil vindos dos cofres públicos precisa ser tratado com muito cuidado e atenção pela classe que será beneficiária. Porém, as reuniões realizadas na sede da Manauscult expuseram um fato preocupante: a ausência de discussões sobre o cenário local entre os próprios realizadores do audiovisual da cidade.</em></p>
<p><em> Tal situação já havia sido demonstrada nas conversas entre os diretores dos curtas locais nas edições do Amazonas Film Festival. As expressões de surpresas dos cineastas sobre como cada um conseguiu realizar seu filme e o desconhecimento em relação ao seu concorrente apontavam para isso. A falta de unidade de pensamento nessas duas reuniões, com propostas quase opostas uma da outra, reforça ainda mais esse tese.</em></p>
<p><em>A iniciativa do diálogo não deve partir dos órgãos públicos e sim dos nossos produtores audiovisuais e cineastas. Sofrendo na pele as dificuldades para se fazer filmes, clipes, web TV, são eles que sabem o que precisamos para tornar essa atividade lucrativa e com gestão profissional no Amazonas. Porém, a troca de experiências é necessária até como forma de mapeamento do cenário e necessidades. Isso acontece ainda de forma muito pequena e esporádica em Manaus.</em></p>
<p><em>Que as reuniões do edital da Manauscult sejam um ponto de partida para a criação de um espaço para tratar o cinema amazonense de forma séria. Ou então continuaremos vivendo de pessoas abnegadas pela arte ou com disponibilidade de tempo para realizar o seu hobby, realizando filmes somente para o Amazonas Film Festival.</em></p>
<p style="text-align: right"><strong>POR CAIO PIMENTA</strong></p>
<p style="text-align: right"><strong>ESPECIAL PARA O CINE SET</strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Estreias da Semana nos Cinemas de Manaus &#8211; 7 de Junho</title>
		<link>http://blogs.d24am.com/cineset/2013/06/07/estreias-da-semana-nos-cinemas-de-manaus-7-de-junho/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Jun 2013 11:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cine SET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cinemas da capital amazonense recebem boas opções de dois grandes diretores. Mesmo assim, semana registra a ausência de um dos principais candidatos a melhor filme do ano: "Antes da Meia-Noite".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4774_medio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4844" title="4774_medio" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/4774_medio.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Filme: O Grande Gatsby</p>
<p>Direção: Baz Luhrmann</p>
<p>Elenco: Leonardo DiCaprio, Isla Fisher, Carey Mulligan, Tobey Maguire</p>
<p>Sinopse: O filme conta a história do aspirante a escritor Nick Carraway (Tobey Maguire) que sai do centro-oeste e chega à Nova York na primavera de 1922, em meio a uma era de falta de moral, do ápice do jazz, dos reis beberrões e de ações exorbitantes. Perseguindo o sonho americano, Nick acaba vizinho de um misterioso e festeiro milionário, Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio), além de conhecer sua prima Daisy (Carey Mulligan) e seu marido mulherengo e de sangue azul, Tom Buchanan (Joel Edgerton). É assim que Nick é atraído para o mundo cativante dos super-ricos, cheio de ilusões, amores e decepções. Enquanto Nick é testemunha, dentro e fora do mundo que habita, ele escreve um conto de um amor impossível, sonhos puros e muita tragédia, criando um reflexo das nossas lutas e tempos modernos.</p>
<p>ONDE: Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MdAGxSvaRjI"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/MdAGxSvaRjI?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=MdAGxSvaRjI">www.youtube.com/watch?v=MdAGxSvaRjI</a></p></a></p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5445_medio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4843" title="5445_medio" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5445_medio.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Filme: Depois da Terra</p>
<p>Direção: M. Night Shyamalan</p>
<p>Elenco: Will Smith, Jaden Smith, Zoë Kravitz</p>
<p>Sinopse: Um pouso forçado deixa o adolescente Kitai Raige (Jaden Smith) e seu lendário pai Cypher (Will Smith) encalhados na Terra, 1.000 anos depois que eventos cataclísmicos forçaram a humanidade a fugir. Com Cypher gravemente ferido, Kitai deve embarcar em uma perigosa jornada para pedir ajuda, enfrentando terreno desconhecido, evoluídas espécies animais que agora dominam o planeta, e uma implacável criatura alienígena que escapou durante o acidente. Pai e filho devem aprender a trabalhar juntos e confiar um no outro se quiserem alguma chance de voltar para casa.</p>
<p>ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-b15PCTW3TU"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/-b15PCTW3TU?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=-b15PCTW3TU">www.youtube.com/watch?v=-b15PCTW3TU</a></p></a></p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5478_medio.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4842" title="5478_medio" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/5478_medio.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>Filme: Odeio dos Namorados</p>
<p>Direção: Roberto Santucci Filho</p>
<p>Elenco: Heloísa Pérrissé, Daniel Boaventura, Marcelo Saback, Daniela Valente, Danielle Winits</p>
<p>Sinopse: O filme conta a história de Débora (Heloisa Pérrisé), uma diretora de criação de uma agência de publicidade que privilegiou a carreira em detrimento da vida pessoal. Aversa a questões afetivas, Débora tem que aprovar uma importante campanha publicitária, cujo tema é romance, e o cliente é simplesmente um ex-namorado, Heitor (Daniel Boaventura), que ela dispensou de forma humilhante há alguns anos. Com a ajuda do fantasma do amigo Gilberto (Marcelo Saback), ela repensa, em situações hilárias, sua relação amorosa com o ex.</p>
<p>ONDE: Cinemark, Cinemais, Playarte e Severiano Ribeiro</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8iPaggdgg6c"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/8iPaggdgg6c?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=8iPaggdgg6c">www.youtube.com/watch?v=8iPaggdgg6c</a></p></a></p>
<p><strong>PRÉ-ESTREIA: Star-Trek - Além da Escuridão</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Crítica: Terapia de Risco, de Steven Soderbergh</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 15:23:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Susy Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Com Catherine Zeta-Jones e Jude Law, novo filme do diretor de "Traffic" apresenta boa trama de suspense, mas com falhas que atrapalham desenvolvimento da história.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/03/soderbergh-11.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-592" title="soderbergh-11" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2012/03/soderbergh-11-300x155.jpg" alt="" width="300" height="155" /></a>Já há algum tempo o diretor Steven Soderbergh vem <a href="http://www.valor.com.br/cultura/3131020/steven-soderbergh-fala-de-sua-aposentadoria-do-cinema">anunciando sua aposentadoria</a>. Talvez não devesse, pois sua vontade de empacotar várias reviravoltas (e, com elas, os mais diferentes gêneros cinematográficos) em “Terapia de Risco” pode ser um sinal de que ele ainda tem muito fôlego para contar histórias. Ao condensar tantas surpresas em um só filme, ele enfraquece o teor de denúncia contra a indústria farmacêutica, mas cria um thriller curioso, ainda que com falhas.</p>
<p>“Terapia de Risco” mostra o drama vivido por Emily Taylor (Rooney Mara), que enfrenta uma grave depressão após passar quatro anos esperando o marido, Martin (Channing Tatum), sair da prisão após ter cometido falcatruas na Bolsa de Valores. Após uma tentativa de suicídio, ela passa a ser paciente do psiquiatra Jonathan Banks (Jude Law). Este segue o conselho da médica que atendia a moça anteriormente, a Dra. Victoria Siebert (Catherine Zeta-Jones), e receita para Emily um novo medicamento chamado Ablixa. A partir daí, o que começou como drama vira um thriller que não define mais a identidade do filme.</p>
<p><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4833" title="tdr3" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr3-300x158.jpg" alt="" width="300" height="158" /></a>Por um lado, “Terapia de Risco” tem um elenco afiado, que aponta as nuances de cada personagem e garante um encaixe aceitável das peças do quebra-cabeça que o roteiro mostra ser depois da primeira metade. Destaca-se aí Rooney Mara, que desde “Millenium – Os homens que não amavam as mulheres” (2011) mostra um grande talento, e que em “Terapia de risco” transforma completamente sua Emily através de detalhes sutis. Por outro lado, o quebra-cabeça esvazia todos os temas expostos no filme, tais como a obsessão dos norte-americanos por remédios, o lobby da indústria farmacêutica e as consequências para a vida de médicos e pacientes com a disseminação dessa “cultura tarja preta”.</p>
<p>Se “Terapia de Risco” seguisse os passos de outro filme de Soderbergh, “Traffic” (2000), o resultado seria mais previsível, e provavelmente mais interessante enquanto crítica social. Ao optar por transformar o filme em um thriller, com direito a assassinato e investigação não-oficial de um homem só (é o máximo que pode ser revelado sem estragar as surpresas!), o andamento até consegue prender a atenção do espectador contrariado, mas apresenta inconsistências que não permitem que o filme seja tão marcante como prometia ser.</p>
<p>Essas inconsistências do roteiro são parcialmente aliviadas pela direção ágil de Soderbergh. O diretor tem paixão pelo processo de edição, e isso é claro nos momentos em que a mudança de perspectiva, expressa através dos cortes e movimentos de câmera, trazem a tona os reais motivos dos acontecimentos da trama. A fotografia é outro componente que ajuda nesse sentido, auxiliando diretamente na criação da atmosfera opressiva que rodeia Emily, com as cores pálidas e o grande destaque ao vermelho, quase que anunciando o que a condição da moça levaria a acontecer.</p>
<p>Uma pena que o domínio da técnica não ajude Soderbergh a tirar o ranço de Supercine de “Terapia de Risco”, principalmente em seu desfecho cheio de furos. Um diretor com uma carreira tão prolífica e que já conseguiu a proeza de concorrer a um Oscar consigo mesmo (e ganhar) merecia um final melhor, assim como esse filme.</p>
<p style="text-align: center"><strong><a href="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4834" title="tdr1" src="http://blogs.d24am.com/cineset/files/2013/06/tdr1-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Nota:</strong> 7,7</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=CSjLrm-qTUY"><span class="youtube">
<iframe title="YouTube video player" class="youtube-player" type="text/html" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/embed/CSjLrm-qTUY?color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;loop=&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0&amp;rel=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>
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