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Cinco Melhores (e o pior) do cinema de Martin Scorsese
Novo quadro do Cine SET vai mostrar quais são os cinco melhores filmes e o pior de um grande cineasta. Para começar, vamos de Martin Scorsese, um dos maiores nomes do cinema americano.
Neste post, o Cine Set inaugura a seção Rankings, apresentando os melhores trabalhos de grandes nomes do cinema mundial.
Com a chegada do Oscar, que acontece em 26 de fevereiro, decidi começar pelo diretor Martin Scorsese, que, com A Invenção de Hugo Cabret, lidera o páreo deste ano em número de indicações (11 delas, incluindo Melhor Filme e Diretor).
Velho conhecido da Academia, Scorsese também é um injustiçado crônico da premiação: apenas sete indicações a Melhor Diretor em mais de vinte filmes e quarenta anos de carreira.
O Oscar finalmente saiu em 2007, por Os Infiltrados – mas com um sentimento de “já veio tarde” para quem o acompanha desde a época em que lançava um petardo atrás do outro, como Caminhos Perigosos (1973), Taxi Driver (1976) e Touro Indomável (1980). Saiba mais agora:
Veja:
5. A Época da Inocência
Começar o ranking de um diretor famoso pelas tramas violentas, com muito sangue e tiroteios, por uma história de amor pode parecer provocação, mas este é Scorsese: um artista completo, que não cabe em apenas um gênero. A Época da Inocência surpreendeu a todos em seu lançamento, em 1993.
Ótimas atuações de Daniel Day-Lewis e Michelle Pfeiffer, uma história tocante e a brilhante recriação de época fazem deste um dos melhores trabalhos do diretor.
4. Taxi Driver (1976)
Primeiro clássico de Scorsese, Taxi Driver também consolidou a longa parceria com Robert De Niro. Não podia haver combinação melhor: o estilo tenso e seco de Scorsese encontra a atuação explosiva de De Niro para criar uma reflexão memorável sobre a miséria das grandes cidades.
A sequência do espelho (“Você está falando comigo?”) e o banho de sangue final são antológicos.
3. A Última Tentação de Cristo (1988)
Mais um que foge ao estilo habitual do diretor, também com ótimos resultados. A Última Tentação de Cristo é corajoso em sua tentativa de retratar a figura maior do cristianismo em sua porção humana, mostrando um Jesus sujeito a dúvidas, paixões, fúria.
Willem Defoe faz um trabalho comovente como protagonista.
2. Touro Indomável (1980)
O sucesso de Taxi Driver criaria grandes expectativas sobre Scorsese, às quais seu trabalho seguinte, o irregular New York, New York (1978) não faria jus.
Desiludido com a carreira, em crise no casamento e viciado em drogas, o diretor foi salvo da lama pelo amigo De Niro, que lhe trouxe a história do antigo campeão dos pesos-médios Jake LaMotta.
Touro Indomável marcou o auge da parceria Scorsese-De Niro, e também é considerado, com razão, o melhor filme sobre boxe já feito, ao lado de Rocky, um Lutador (1976).
Os anos 80 foram uma época de baixa para Scorsese. Mudanças velozes em Hollywood marcaram o declínio de muitos de seus colegas de profissão. Quando se achava que ele já tinha dado tudo o que tinha que dar, eis que surge Os Bons Companheiros.
A história de ascensão e queda do gângster Henry Hill traz tudo o que faz um bom Scorsese: protagonistas foras-da-lei, tiroteios, drogas, humor, edição nervosa e trilha sonora rock ‘n’ roll.
Tudo com uma intensidade e um senso de propósito que o diretor jamais alcançaria novamente, mesmo em ótimos trabalhos como Cassino (1995) e Os Infiltrados (2006). Se quiser conhecer o melhor Scorsese, é este aqui.
Fuja!:
Cabo do Medo (1992)
E não é que logo após o maravilhoso Os Bons Companheiros o diretor aparece com essa presepada? Cabo do Medo é um exagero só: Nick Nolte, como o mocinho, e Robert De Niro, como o vilão, são só gritaria; a câmera faz movimentos forçados e incomoda nos closes; a trilha sonora irrita.
Mas mesmo o pior Scorsese tem momentos de brilhantismo, em especial a sequência cheia de tensão e erotismo do primeiro encontro entre De Niro e Juliette Lewis. Mas esteja avisado…
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“(…)Scorsese também é um injustiçado crônico da premiação: apenas sete indicações a Melhor Diretor em mais de vinte filmes e quarenta anos de carreira.” Pode ser… Mas se vc analisar a quantidade de indicações de outros diretores muito superiores ao Sr. Scorsese, verá que muitos nem chegaram a cinco indicações. Veja quantas indicações tiveram Alfred Hitchcock, Clarence Brown, George Stevens, Vincente Minnelli, Leo McCarey, Frank Capra e tantos outros, é até divertido pesquisar e ver o quanto o prêmio da Academia é injusto!
Mr. Scorsese is the King Midas of films. To date I have not viewed any of Scorsese works that did not eexced my expectations, which are pretty extreme. Have you taken a look at HBO’s Boardwalk Empire? This HBO series is based on the book , Boardwalk Empire: The Birth, High Times, and Corruption of Atlantic City’. The first episode was directed by Martin Scorsese, ( wish the rest were), and allegedly the most expensive pilot episode to produce in television history . The series has been nominated for multiple awards including a Golden Globe. This series is definitely geared towards male viewers as there is nudity of women in each episode. As a female viewer, that is my single quirk. With this series’ great acclaim and our advanced modern age, why are there still only brief views of mens buttox and not full frontals? source: Wikipedia, the free encyclopedia Boardwalk Empire
Margeret, unfortunately I haven’t been able to see Boardwalk Empire – especially the first episode – but I also rank Scorsese among the finest directors of our time. Though (in my view) not all of his films are brilliant – Gangs of New York or New York, New York, for example – what he accomplished in his most celebrated works – Taxi Driver, Raging Bull, Goodfellas – more than makes up for the praise.
And the use of nudity as an exclusive masculine appeal is a really interesting and intriguing debate.