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Habitação, não invasão.
Meus amigos, durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias na Câmara Municipal de Manaus, muitos temas relevantes foram discutidos, dentre eles a política habitacional e alguns esclarecimentos precisam ser feitos.
Nosso país possui um déficit de 5,5 milhões de habitações, o que transforma a questão de moradias populares em terrível problemática e enorme desafio para todos os entes da federação.
Tomemos como exemplo o Programa Minha Casa, Minha Vida. Não restam dúvidas que muitos brasileiros atingiram o sonho de adquirir a casa própria através do programa, entretanto, bem diferente do que fora anunciado, o programa não beneficiara os cidadãos de baixa renda, mas a classe média, afinal, algum cidadão de baixa renda tem condições de obter 100 mil reais de crédito para financiamento?
Por isso é necessário que reflitamos. Ninguém em sã consciência pode afirmar que o Minha Casa, Minha Vida não é importante, tampouco apregoar que não contempla quem realmente precisa. A classe média, tão massacrada e vilipendiada por políticas econômicas, teve um alento com o programa, mas os cidadãos de baixa renda são,de fato, beneficiados pelo programa? Infelizmente não o são e alguns fingem desconhecer a realidade. Precisamos condenar quem se utiliza do proselitismo, da parva retórica e de sofismas para confundir a população. Afirmar que a Prefeitura precisa doar casas para os invasores do Tarumã, muito mais que leviandade e falta de espírito público, é compactuar e estimular a indústria das invasões. União, Estados e Municípios têm um grande problema a solucionar, mas não é doando casas a invasores que resolveremos a questão. Precisamos democratizar os meios de obtenção ao crédito para financiamento habitacional, fortalecer a regularização fundiária, desburocratizar a emissão dos “habite-se”, incrementar a construção de habitações de interesse social, formular novas políticas públicas de moradias populares. Mais que discursos, precisamos de responsabilidade, não de escamoteios.
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perfildoautor
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O autor é economista e vereador pelo PHS.
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Obrigado, Amazonas!
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Lei é Lei?
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Sem comentários…Parcialidade cabe em alguns casos e algumas profissoes(poucas) mas na política é simplesmente imoral.
Cadê as casas que o seu prefeito prometeu aos garís e 2009?
“Meus amigos, durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias na Câmara Municipal de Manaus, muitos temas relevantes foram discutidos, dentre eles a política habitacional e alguns esclarecimentos precisam ser feitos.”
Voce não acha perda de tempo discutir algo que vai passar e passou do jeito que venho do Gabinete do Prefeito, isso mostra a utilidade CMMM (não serve para nada)
Esses programas popululistas não passam de medidas paliativas a um problema sem fim. Por que não fomentar o êxodo urbano em contraposição ao rural? Discursar é fácil, difícil é colocar em prática tais discursos.